Essa semana tive tempo livre para *quase* colocar os feeds em dia. Ok, na verdade não li nem metade, mas isso já é 3x mais do que consigo normalmente.
Das coisas que li, duas me chamaram especial atenção (uma delas vou falar agora, a próxima fica para um próximo post).
Foi realizado um estudo EUA que mostra como as empresas americanas que mais crescem também estão entre as que mais adotam mídias sociais. A pesquisa é bem bacana e ótima para convencer aquelas pessoas um tanto teimosas que o negócio é sério e não só mais um hype.
“It is clear that this group of fast-growing companies considers the use of social media as a central part of its strategic plan.”
A pesquisa foi desenvolvida ao longo de 1 ano e mostra a evolução da mídia social nesse período dentro dessas 500 empresas. Alguns dados bacanas: em 2007, 43% das empresas afirmaram não usar nenhum dos tipos de mídia social citados, já em 2008 esse número caiu para 23%; e de 2007 para 2008 a familiaridade das empresas com wiki que dobrou.


Tags: mídia social, pesquisa
22.08.2008
by Gabriela Nardy
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Existem, basicamente, duas situações que me fazem ler um post no blog e não pelo rss. A primeira é quando alguém me manda um link, e a segunda é quando eu quero saber quem é o autor.
Adoro a primeira opção, mas confesso que me irrito com a segunda. A maioria dos blogs que acompanho é escrito por uma única pessoa, mas tem alguns que são coletivos e, entre esses, sempre tem os que não colocam o nome do blogueiro no rss. Até onde eu sei, isso acontece por mero descuido e não por maldade, mas ainda assim isso me tira do sério.
Isso não é contra todo o princípio de redes, nós, trusted networks, relacionamento na web, blah, blah, blah?
Tags: blogs
28.07.2008
by Gabriela Nardy
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Estava num almoço falando sobre blogs quando o Mario comentou que um dos grandes passos é quando a pessoa descobre que muita coisa do seu cotidiano pode virar tema pra post, e foi nessa hora que todo mundo que estava na mesa disse que também é nesse ponto que se deve prestar mais atenção.
Isso me lembrou de algo. Nos últimos tempos todas as pessoas que eu parei de seguir no twitter (ok, não é blog, eu sei) eram aquelas que não calavam a boca. É normal as pessoas não falarem somente coisas uber relevantes o tempo todo, mas alguns exageram. Minha paciência acabou, simples assim (provavelmente ela voltará em algumas semanas, é um ciclo normal).
O que percebo em quem fica horas a fio falando sem parar no twitter, além dos que fazem isso pra tentar atrair seguidores o_0 respondendo a torto e a direito, é que essas pessoas acham que tudo na vida delas é bacana o suficiente pra ir parar no twitter. Bom, não é. Claro que existe o ponto de que você só segue quem quer, e por isso não estou reclamando, só constatando.
Partindo do princípio que as pessoas escrevem blogs e twittam sobre assuntos que elas possuem um interesse genuíno, e que por isso o tema do blog se mescla com os das suas vidas, é normal que em determinado momento suas cabeças automaticamente passem a transformar situações cotidianas em assuntos pra post. Mas tem gente que chuta o balde.
Em blogs não se observa tanto isso, já que escrever um post normalmente demanda bem mais tempo e empenho que escrever algo pro twitter, e justamente por isso várias pessoas andam reclamando que a qualidade do twitter em geral está bem baixa.
Tags: blog, twitter
10.04.2008
by Gabriela Nardy
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Acabo de entrar no twitter pelo site e percebi que eles colocaram um botão vermelho escrito “Watch a video!”
Ao clicar, abre o vídeo abaixo do Common Craft explicando o que é o twitter. Bacana, apesar de achar o Twitter in Plain English um dos vídeos mais fraquinhos deles.
ps: tentei colocar o vídeo do youtube aqui, mas por algum motivo que ainda não descobri, não funcionou, então vai só o link mesmo.
Tags: twitter
27.03.2008
by Gabriela Nardy
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O fundador da JetBlue vai fundar uma cia aérea no Brasil e o seu nome será escolhido pela internet. No dia 15 de abril serão anunciados os dez melhores nomes sugeridos pelo público, e depois disso começará a votação. Em 5 de maio será anunciado o novo nome.
Essa é a votação principal, mas depois terão outras, como uniforme dos funcionários.
Este é o site para a votação do nome (que neste momento está fora do ar).
Na hora que li isso pensei que eles tinham culhões pra caramba, depois parei pra pensar e vi que não era assim tãoooo waga waga, já que vai rolar uma seleção dos melhores nomes. Sem chance de uns nomes como “casa da mãe Joana” ou “padoca da esquina” serem escolhidos. =P
Tags: internet
27.03.2008
by Gabriela Nardy
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O Fugita me avisou ontem que o gdocs mudou. Curiosamente, de ontem pra hoje não abri nada nele, mas só de passar o olho e ver que o botão save não está mais escondido já fiquei sorrindo. Não foi uma boa idéia a de tirar o save do nosso campo de visão. Era um inferno aquelas momentos em que eu fechava um documento e por uns micro-instantes pensava “fude*, não salvei”. Não era lá muito sagaz da minha parte, eu sei, principalmente porque uma das melhoras coisas dele é o autosave.
E justamente pelo autosave que o google docs é nosso amigo. Nos últimos tempos perdi uma quantidade ridícula de documentos por fecha-los “sem querer”. Na verdade, o que acontecia é que se eu estava com duas planilhas abertas, por exemplo, ao fechar uma delas as duas sumiam. Nunca entendi muito bem porque isso acontece. Outro fato que contribuiu pro retrabalho é que nessas 2 últimas semanas a rma esteve com uns problemas de queda de energia (vão colocar no break hoje, ueba!). Enfim, depois de perder 82537 documentos por queda de luz repentina e falta de atenção, finalmente aprendi e agora faço tudo no gdocs. Autosave é uma invenção divina.
Tags: google docs
27.03.2008
by Gabriela Nardy
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Muita gente fala mal do orkut (inclusive eu). Mas, mesmo com todos os seus problemas, o orkut funciona sim pra um monte de gente. E muitas vezes esse “monte de gente” é o público das empresas.
Essa semana li um post no PR Squared que fala de estratégias para atuar no Facebook, e elas são completamente adaptáveis ao orkut (que ainda é a rede social mais forte em terras tupiniquins).
- Identifique as comunidades que você quer atuar;
- A comunidade tem membros suficientes? Eles são ativos? aqui eu acrescento um outro ponto. Além da comunidade ser ativa, é bom reparar que tipo de tópicos ela cria. É comum no orkut comunidades onde o que as pessoas mais falam é “qual a melhor foto do álbum da pessoa acima” e coisas do gênero;
- A comunidade é aberta ou fechada? aqui eu discordo um pouco do post original. Ele diz que não se deve agir em comunidades fechadas, mas acredito que no Orkut é possível sim agir em comunidades onde é preciso permissão do moderador para entrar, só tenha cuidados redobrados.Nas comunidades fechadas a dinâmica interna de comunicação pode ser mais “dura”;
- Fale com o moderador. Se a sua estratégia é a de estabelecer um canal de comunicação aberto com seus consumidores (não estou falando aqui de viral), então não faça spam. Mande um scrap ou e-mail para o moderador, explique pra ele quem é você e qual seu objetivo. Se o seu trabalho for relevante, as pessoas não ficarão ofendidas e nem se sentirão vítimas de mais um spammer no mundo.

Tags: comunicação, Facebook, Orkut, PR
21.03.2008
by Gabriela Nardy
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Um assunto que me fez pensar muito nos últimos meses é como as pessoas não sabem do que estamos falando quando o assunto é web.
Desde que meu interesse sobre questões relacionadas à internet surgiu, eu praticamente só convivi com pessoas da área, até meus melhores amigos trabalham com isso. Inclusive, algumas das pessoas mais importantes da minha vida atualmente eu conheci no barcamp. Com meus relacionamentos cada vez mais focados, acabei perdendo a noção da realidade, e pelo o que vejo, não fui a única. A verdade é que as pessoas não entendem o que fazemos e nem porque achamos isso tudo TÃO importante.
A primeira vez que parei pra pensar nisso foi no final do ano passado, depois que a RMA, empresa onde trabalho, deu um workshop sobre social media numa de nossas clientes. O evento foi super bacana, mas o que me deixou espantada aconteceu alguns dias depois, quando votei lá pra tirar dúvidas e explicar melhor como as pessoas poderiam utilizar o wordpress, e era incrível ver a carinha delas ao perceber o potencial do blog (não vou entrar em detalhes sobre isso agora). A ferramenta muitas até conheciam, mas o que faltava era elas pararem pra pensar no seu alcance.
A segunda experiência marcante foi quando me pediram para desenvolver um manual do wordpress. A primeira versão ficou pronta em uma tarde, e no dia seguinte já tinha recebido um e-mail dizendo que ninguém tinha conseguido usar o wordpress com aquele manual. Meu erro foi achar que era tudo óbvio, e em vez de fazer algo que ensinasse o usuário a utilizar a ferramenta, eu tinha praticamente feito uma lista das suas funcionalidades. A segunda versão levou quase uma semana, e me exigiu um esforço que eu não imaginei que seria necessário. Só na segunda tentativa o meu foco foi o de ensinar *mesmo*.
Outro acontecimento recente foi quando algumas das meninas da redação da RMA me chamaram e disseram: “Gabi, a gente não entende direito o que você diz. A gente não sabe o que é rss e delicious por exemplo”.
Em todas essas ocasiões eu estava lidando com pessoas de classe média/classe média alta, inteligentes e cultas. Depois dessas e de algumas outras experiências, comecei a prestar mais atenção no meu discurso, e parar de achar que tudo o que eu falo é óbvio. É a velha história de que, sempre que surge uma nova mídia, surge também uma elite de pessoas que detém os conhecimentos/equipamentos para utilizá-la. E por mais que existam inúmeros esforços para popularizar a internet e o computador, esse conhecimento ainda é elitizado.
Tags: elite, ensino, internet, mídia social
21.03.2008
by Gabriela Nardy
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Vez ou outra leio algumas coisas que me tocam ou me perturbam mais que o normal, e este texto é uma delas. Basicamente, o professor conseguiu uma maneira *sensacional* de fazer com que os alunos prestassem muita atenção numa disciplina que normalmente é vista como chata. E foram com essas frases que ele conseguiu isso:
“Now I know some of you have already heard of me, but for the benefit of those who are unfamiliar, let me explain how I teach. Between today until the class right before finals, it is my intention to work into each of my lectures … one lie. Your job, as students, among other things, is to try and catch me in the Lie of the Day.”
Queria ter tido professores que soubessem me provocar dessa forma. Nada melhor que um bom desafio pra despertar o interesse. Já ouvi muiiito professor reclamando que os alunos são preguiçosos (e eu geralmente concordo com esse argumento), mas assim como são poucos os alunos realmente interessados em aprender, também são poucos os professores dedicados a construir um bom ambiente de aprendizagem.
Depois de ler esse texto até fiquei com vontade de dar umas aulinhas só para experimentar a técnica.
Link gentilmente enviado pelo Kazi =)
Tags: desafio, ensino, idéia
04.03.2008
by Gabriela Nardy
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Mais uma tentativa de ter (e manter) um blog. O último foi um fracasso - e por isso não colocarei link - mas esse acredito que vai pra frente, até porque adorei o domínio calvinball, e isso por sí só já é um forte incentivo =). Inclusive estou providenciando uns brinquedinhos para garantir que eu consiga postar com freqüência.
Como é bem visível, ainda não terminei o template do blog, mas como várias pessoas já me dissera, e o que eu mesma vivo pregando por aí, o importante é ter conteúdo. Claro que logo pretendo dar um jeito na situação, também não dá pra exagerar =P
Já estou ha algum tempo rascunhando posts pra esse blog, mas o link que a Thiane mandou pelo twitter fez eu sair da inércia e publicar algo. O texto é o “The Race for the New-Media Nomination”, e fala sobre a campanha de Obama e o que ela pode nos ensinar sobre mídia social. Segue o trecho que me chamou mais atenção:
“Some examples include “viral” campaigns that are not much more than e-mail blasts, media plans using social networks as blunt reach vehicles and consumer forums monitored with an iron fist. These are the results of old marketing practices applied to new-media tactics. It would be better for brands to not try it at all than do it poorly. Yet the urge to participate is attractive because success looks so glamorous.”
Tags: blog, mídia social, Obama, tentativa
29.02.2008
by Gabriela Nardy
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